Ricardo Ferreira em entrevista ao Jornal YES Lousada

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Ricardo Ferreira

Ricardo Ferreira

1 – Como surgiu a oportunidade de colaborar com a Rádio Lousada?

1- Tudo começou através de um convite feito por alguns dos elementos fundadores da Rádio Lousada. A minha paixão pela música, fez com que, desde logo, tivesse dito que sim ao desafio que me foi feito.

2 – Conte-nos um pouco da sua experiência na Rádio Lousada

2- Durante quase dois anos de colaboração, com muitas horas passadas nos respectivos estúdios, restam no livro de memória os dois programas da minha autoria. Primeiro o “5 QUINAS”, programa de divulgação da música moderna portuguesa, o denominado rock português, aos sábados, das 18 às 20 horas, e o “FALSO ALARME”, programa que encerrava as emissões de segunda a quinta-feira, das 23 às 24 horas, com música a rigor para uma boa noite de sono.

3 – Qual a sua opinião em relação a estes 25 anos sem uma rádio local no concelho de Lousada?

3- Embora a rádio Vizela se intitule a onda de Lousada, não é a mesma coisa, porque uma rádio local para o concelho de Lousada terá sempre que ser feita por lousadenses e para todos os lousadenses, o que me faz lançar o repto a todas as forças vivas do concelho de Lousada que nunca é tarde de mais para tentar reaver o que é de Lousada.

4 – A Rádio Vizela é uma rádio local, sendo a sua área de cobertura o concelho de Lousada. Sente que a mesma tem cumprido o fim a que se destina?

4- Nestes cerca de 25 anos, a opinião é unânime, no sentido que a rádio Vizela só chega a duas ou três freguesias de Lousada, que são aquelas que se situam próximas do limite dos dois concelhos. Assim, no que diz respeito à sede do nosso concelho, e estou a falar das freguesias de Silvares e Cristelos, nem sinal da rádio Vizela.

José Mário em entrevista ao Jornal YES Lousada

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José Mário

José Mário

1 – Como surgiu a oportunidade de colaborar com a Rádio Lousada?

1 – Quando apareceu a Rádio Lousada, eu era colaborador na Rádio Clube de Penafiel.
Quando um meu irmão foi convidado para fazer parte da Rádio, eu vim nessa altura e fiquei por cá.

2 – Conte-nos um pouco da sua experiência na Rádio Lousada

2 – Na Rádio Lousada comecei por fazer um programa que se chamava Totodisco, que era uma mistura de Totoloto (que à data estava muito na “moda”) com discos pedidos .
Depois comecei a envolver-me mais na organização da Rádio e já na parte final era responsável pala programação.

3 – Qual a sua opinião em relação a estes 25 anos sem uma rádio local no concelho de Lousada?

3 – Quanto a isso, penso que o concelho só perdeu com a falta deste meio de comunicação pois, apesar de algumas tentativas de se colocar uma rádio em Lousada, todas terminaram sem nada de concreto.

4 – A Rádio Vizela é uma rádio local, sendo a sua área de cobertura o concelho de Lousada. Sente que a mesma tem cumprido o fim a que se destina?

4 – Não sou seguidor da rádio em causa, mas só o nome me diz logo que não é de Lousada, e também não acredito que esteja virada para a defesa dos interesses de Lousada. Por conseguinte, seria de questionar as entidades competentes se a Rádio Vizela está ou não a cumprir com o que se propusera aquando da atribuição do alvará. Se sim, estamos todos bem, se não essas entidades teriam de fazer alguma coisa.

Rodolfo Tomás em entrevista ao Jornal YES Lousada

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Rodolfo Tomás

 Rodolfo Tomás

1 – Como surgiu a oportunidade de colaborar com a Rádio Lousada?

1 – A oportunidade surgiu sem marcação… Na rádio faltavam vozes e alguma improvisação. Uma noite, estava o locutor a deambular, acabando por dizer que estava sozinho, não tinha o colega para prosseguir a emissão. Fui até aos estúdios e fiz-lhe companhia na escolha musical. Ele atirou-me para o microfone, anunciando que eu estava ali e que os iria cumprimentar. Disse prontamente que não e não… mas acabei dizendo algumas palavras. Entretanto, chega o Fernando Nicolau e eu prontamente disse que já não fazia nada ali visto ter chegado o Fernando. “Eu vinha a ouvir no carro e você tem que vir para aqui”. Entrei para a rádio de uma forma simples.

2 – Conte-nos um pouco da sua experiência na Rádio Lousada

2- Foi uma experiência magnífica. Adorei poder comunicar com pessoas sem saber quem são. Naquele tempo, havia a preocupação de fazer programas inéditos. Eu e o meu colega António Leitão pensamos que o melhor seria falar de eletrónica. Tema difícil de compreender e de explicar ao público. Só havia uma solução: falar sim, mas com um “guião”. Arranjamos um livrinho do 5º e 6º ano da escola secundária e começamos a dar “aulas”, capítulos após capítulos da matéria dada na escola. Como não havia jornal local, qualquer acontecimento do dia a dia servia de motivo para noticiar. Fizemos diretos do exterior, via telefone, de exposições, lançamentos de livros, espetáculos, etc…

3 – Qual a sua opinião em relação a estes 25 anos sem uma rádio local no concelho de Lousada?

3 – Fechamos em 1988. Já lá vão 29 anos sem um meio de comunicação via rádio que, penso eu, faz falta. Hoje temos jornais, posto de turismo, Pavilhão Municipal, Auditório Municipal, centro desportivo, piscinas… Tudo infraestruturas que na época não existiam…
Haveria todo o interesse, certamente, em fazer cobertura e parcerias para divulgar mais as nossas potencialidades. Afinal Lousada não está desprovida de acontecimentos socioculturais e desportivos.

4 – A Rádio Vizela é uma rádio local, sendo a sua área de cobertura o concelho de Lousada. Sente que a mesma tem cumprido o fim a que se destina?

4 – Tal como diz, a Rádio Vizela é uma rádio local e a sua área de cobertura deveria ser o concelho de Lousada mas tal não acontece. A Rádio Lousada existe mas só para os vizelenses.

Entrevistas dos Locutores da Rádio Lousada ao Jornal Yes Lousada

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Paulo Nuno

Paulo Nuno

1 – Como surgiu a oportunidade de colaborar com a Rádio Lousada?

1 – Eu, na altura que abriu a Rádio Lousada, trabalhava num café e fazia assistência técnica aos sábados de manhã no programa “Saber do Povo”. Depois, surgiu o convite feito pelo Fernando Nicolau para ser funcionário da Rádio Lousada a tempo inteiro, no qual não pensei duas vezes e aceitei.

2 – Conte-nos um pouco da sua experiência na Rádio Lousada

2 – A minha experiência começou como assistente técnico: metia a publicidade, sinais horários e chamadas telefónicas dos ouvintes no ar. Depois fiz também locução, tendo feito parte de vários programas. O mais conhecido foi o programa “De manhã começa o dia”, que fazia juntamente com o Fernando Nicolau e o Manuel Martins. Fiz um programa das 12 às 13, de segunda a sexta, com o nome “Música no coração”, um programa de música romântica com seleção musical de Delfim José ( irmão de Fernando Nicolau).

3 – Qual a sua opinião em relação a estes 25 anos sem uma rádio local no concelho de Lousada?

3 – 25 anos é muito tempo sem se ter uma rádio para poder divulgar nossa cultura e depender sempre das outras rádios para divulgação.

4 – A Rádio Vizela é uma rádio local, sendo a sua área de cobertura o concelho de Lousada. Sente que a mesma tem cumprido o fim a que se destina?

4 – Não, nunca cumpriu. Mesmo aqui no centro da vila não se consegue ouvir. Para cumprir, a meu ver, teria de estar sediada com estúdios no centro da Vila de Lousada e ser ouvida nas freguesias todas do Concelho e com divulgação de eventos e acontecimentos no nosso Concelho, para que Lousada não continuasse a depender dos outros.

Marco de Canaveses – Apreensão de 72 doses de droga

O Comando Territorial do Porto, através do Posto Territorial de Marco de Canaveses, ontem, dia 15 de maio, constituiu arguidos dois homens, de 37 e 45 anos, por tráfico de estupefacientes, no concelho de Marco de Canaveses.

No âmbito de uma denúncia, em que vários indivíduos entravam e saíam de um edifício em construção, os militares deslocaram-se ao local, tendo identificado uma mulher e sete homens, com idades entre os 25 e os 50 anos, em que dois dos quais são suspeitos de tráfico de estupefacientes, resultando na apreensão de:

·         64 doses de cocaína;

·         Oito doses de heroína;

·         Quatro navalhas;

·         171 euros em numerário;

·         Um telemóvel.

Os factos foram remetidos ao Tribunal de Instrução Criminal de Marco de Canaveses.

Esta ação teve ainda o empenhamento de dois binómios de deteção de droga e de militares do Destacamento de Intervenção do Porto.

Fonte: GNR

Marco de Canaveses e Felgueiras – Apreensão de arma de fogo e detenção por violência doméstica

O Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Especificas de Penafiel, nos dias 14 e 15 de maio, no âmbito de dois processos de violência doméstica, apreendeu três armas e deteve um suspeito, nos concelhos de Marco de Canaveses e Felgueiras, respetivamente.

No concelho de Marco de Canaveses, a GNR deu cumprimento a um mandado de busca domiciliária, tendo apreendido uma arma de fogo, em situação ilegal, uma arma branca e um bastão de fabrico artesanal. Neste processo apurou-se que o suspeito, um homem de 45 anos, atualmente a residir fora do território nacional, após a separação, ameaçava a sua ex-mulher, de 37 anos, com uma de fogo, perseguindo a mesma constantemente. Os factos foram remetidos ao Departamento de Investigação e Ação Penal do Marco de Canaveses.

Num outro processo, um homem de 48 anos, foi detido pelo crime de violência doméstica, no concelho de Felgueiras, uma vez que de forma reiterada e violenta, agredia física e verbalmente a vítima, de 50 anos. O detido foi presente, no dia 15 de maio, a 1.º Interrogatório Judicial, no Tribunal de Instrução Criminal do Marco de Canaveses, tendo ficado sujeito à medida de coação de proibição de contactos com a vítima por qualquer forma ou meio.

Fonte: GNR

Leonel Sampaio piloto de Lousada. O pódio fugiu a duas voltas do fim…

Disputou-se no passado fim de semana o Ralicross de Castelo Branco, a segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralicross. Uma prova que teve o lousadense Leonel Sampaio, a competir, ao volante do Citroën Saxo, preparado e assistido pela Kaxa & Motor.
Leonel Sampaio esteve bem durante toda a prova, mas na final o azar aconteceu.
Nas qualificações, terminou na terceira posição, o que lhe deu um lugar na primeira linha da grelha para a final.
Tudo a correr dentro do esperado, até porque o piloto do Stand Top Car demonstrou ter andamento para os pilotos que o precediam.
Mas o azar aconteceu na final. “Estava a correr bem, pois encontrava-me no segundo lugar, o carro estava bom e tudo poderia acontecer, quanto a uma boa classificação. Mas o que aconteceu foi um azar, e grande. Numa curva, a roda raspou na parede de cimento e ela não perdoou. Prendeu a roda e partiu a transmissão”, contou-nos Leonel Sampaio, com um certo
sentimento de frustração, pois é inglório terminar uma prova assim.
Os muros brancos de Castelo Branco não “perdoam”, pois são feitos de betão e, qualquer toque, faz demasiados estragos. A prová-lo, o guarda-lamas do Saxo, que nem arranhado ficou.
Sampaio ficou parado a duas voltas do fim, terminando classificado na sétima posição. Um lugar no pódio, seguramente, seria dele.

Fonte: Offroad

Joaquim Machado piloto de Lousada ficou em segundo lugar em Castelo Branco

Joaquim Machado

Segundo lugar em Castelo Branco

Joaquim Machado, com o seu espetacular Peugeot 208, terminou o Ralicross de Castelo Branco na segunda posição. Um bom resultado, que deu para conhecer melhor o carro, numa jornada que se desenrolou num fim de semana cheio de sol. Foi a primeira vez que Joaquim Machado competiu, com o seu atual 208 S1600, numa prova em piso seco.
Nas corridas de qualificação, Machado terminou na segunda posição, mas partiu da segunda linha, pois só três das quatro corridas, pontuam para o acesso à grelha da final.
“As qualificações decorreram bem, mas acho que poderiam ter corrido ainda melhor. É uma pista muito traiçoeira, pois uma ligeira distração, pode levar a um toque nos muros e estes não ‘perdoam’. Assim, tentei andar depressa, mas sempre com alguma segurança. Na final, arranquei da segunda linha e terminei no segundo posto. Considero que foi um bom resultado, pois toda a concorrência está muito forte e bem montada”, confessou Joaquim Machado, terminada a prova. Um intervalo e concluiu. “Tenho de agradecer à minha equipa, a Kaxa & Motor, pois o carro estava muito bom”.


Na final, Joaquim Machado subiu ao segundo posto, lugar em que terminou, sem ter um segundo de descanso. Foi pressionado, mas defendeu bem a sua posição.
Além do segundo lugar na prova, subiu a idêntica posição no Campeonato de Portugal de Ralicross, na categoria Super 1600, que, atualmente, é a mais competitiva e a mais participada, do Ralicross nacional.

Fonte: Offroad

Lousada – Apreensão de armas de fogo e munições

O Comando Territorial do Porto, através do Posto Territorial de Lousada, ontem, dia 7 de maio, apreendeu várias armas de fogo e munições, no concelho de Lousada.

No âmbito de uma investigação por crime de ameaças com armas de fogo, a GNR apurou que o suspeito, de 74 anos, ameaçava as vítimas, filha e genro, com 43 e 47 anos, respetivamente. Foi realizada uma busca domiciliária, onde foram apreendidas:

·         Uma pistola, cal. 7,65 mm;

·         Uma caçadeira, cal. 12;

·         Uma arma alterada;

·         Duas armas de ar comprimido;

·         Duas coronhas;

·         Uma cartucheira em pele de cor castanha;

·         Uma faca com lâmina de 26 cm;

·         131 munições de diversos calibres.

O suspeito foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência, sendo os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Lousada.

Fonte: GNR